Crime do desperdício

Paiva NettoUrge impedir o desperdício. É providência sensata, humanitária, em todas as áreas e das mais diferentes classes sociais. É um crime, por exemplo, deixar estragar alimentos, quando milhões de pessoas ainda passam fome.

O dr. Alan Bojanic chamou a atenção para esse fato em entrevista ao programa “Biosfera”, da Boa Vontade TV. Engenheiro agrônomo boliviano, ele é representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil:

“A FAO fez um estudo amplo para ver a porcentagem de perdas de alimentos no mundo. Temos uma cifra que é muito — vamos dizer — dolorosa! Depois que o produto é coletado, até chegar ao consumidor, e mesmo na casa dos consumidores, temos perdas muito altas. É quase um terço de toda a produção mundial que vai — se pode dizer — para o lixo. Uma produção muito importante, que tem implicações de todo tipo, em primeiro lugar, humanitárias, porque é comida que poderia ser dada para muitas pessoas carentes. É um absurdo ambiental, pois muita energia foi gasta na produção. E também tem a ver com a ineficiência econômica. Então, é um absurdo humanitário, ambiental e econômico-financeiro”.

Em “O Capital de Deus”, livro que estou preparando, comento uma passagem evangélica, que nos traz instrutiva lição.

Conhecedor dos Soberanos Estatutos da Economia de Deus, ainda ignorados pelos seres humanos, Jesus, o Cristo Ecumênico, logo, universal, pôde realizar o milagre da multiplicação de peixes e pães, conforme o relato de Mateus, 14:13 a 21.

A PRIMEIRA MULTIPLICAÇÃO DE PÃES E PEIXES

“13 Jesus, ouvindo que João Batista fora decapitado por ordem de Herodes, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte. Sabendo disso, as massas populares vieram das cidades, seguindo-O por terra.

“14 Desembarcando, Ele viu uma grande multidão. Compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.

“15 Ao cair da tarde, aproximando-se Dele, os discípulos Lhe disseram: Senhor, o lugar é deserto, e vai adiantada a hora. Despede, pois, esse povo para que, indo pelas aldeias, compre para si o que comer.

“16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, o alimento.

“17 Ao que Lhe responderam: Senhor, não temos aqui senão cinco pães e dois peixinhos!

“18 Então, o Mestre ordenou-lhes: Trazei-os a mim.

“19 E, tendo mandado que todos se assentassem sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixinhos, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, havendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.

“20 Todos comeram e se fartaram. E, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos repletos.

“21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças”.

Além disso, não nos esqueçamos do que o Divino Benfeitor nos ensinou a respeito da capacidade pessoal de cada ser humano, ao dizer: “—Vós sois deuses. Eu voltarei ao Pai, vós ficareis aqui na Terra, portanto, podereis fazer muito mais do que Eu” (Evangelho, segundo João, 10:34 e 14:12).

A quem, talvez por ócio, analisando o trecho anterior, argumentasse que Jesus é um caso especial e, por isso, não há parâmetros para se comparar a nossa competência à Dele, divinamente superior, poderíamos considerar que não seria necessário subirmos a tamanha grandeza, bastando que os que têm posses deixassem de desperdiçar tanto. Seria um passo. Sim, mas um passo considerável. Como observou Confúcio: “— Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha”.

Destaquemos que, no versículo 20 do capítulo 14, o Evangelista Mateus revela: “— Todos comeram e se fartaram. E, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos repletos”.

Quer dizer, não jogaram fora o que lhes sobejou. As apreciáveis porções haveriam de, em nova oportunidade, beneficiar aquela gente ou outra. Costumo dizer que a migalha de hoje é a farta refeição de amanhã. Reflitamos sobre isso.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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A Glória da Ressurreição. Semana Santa!

Paiva NettoJesus, o Supremo Governante desta nossa morada coletiva tem poder, divina e profeticamente o exerce, porque é a Fiel Testemunha (Apocalipse do Cristo, 1:5). Ele testifica o Pai Celestial entre nós, os homens, as mulheres, os jovens, as crianças e os Espíritos, as Almas Benditas, que, como concluímos, firmados na Palavra do Celeste Amigo, não constituem uma abstração: “Meu reino (ainda) não é deste mundo (mas do Mundo Espiritual)”. Jesus (João, 18:36).

Por isso, espera que O testemunhemos na Terra, de forma que Ele nos possa testemunhar no Céu, ou Espaço, ou Mundo da Verdade ou Plano dos Espíritos, situado em determinadas frequências, que nossos sentidos físicos e o avanço tecnológico por ora não percebem.

“— Todo aquele que me testemunhar diante dos homens, também Eu o testemunharei diante do meu Pai que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” (Evangelho, segundo Mateus, 10:32 e 33).

Ressalto que o Divino Crucificado ressuscitou pelo Seu próprio merecimento, pois sempre teve consciência da Sua Divindade, da qual antes fizera jus. Todos do mesmo modo seremos um com Deus, à medida que formos crescendo espiritualmente. Ele disse:

“20 Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que creem em mim, por meio da palavra deles;

“21 a fim de que todos sejam um; e que como Tu, Pai, és em mim e Eu em Ti, também sejam eles um em nós; para que o mundo saiba e creia que Tu me enviaste.

“22 Eu lhes dei a glória que Tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos Um” (Evangelho, consoante João, 17:20 a 22).

Quando atingirmos essa Unidade, nada nos será impossível de realizar em benefício dos povos.

O Excelso Pegureiro não renasceu por intermédio de quem quer que seja, como foi o caso de Lázaro e de outros registrados nos relatos religiosos e laicos. Em particular, os que os Seus Apóstolos e Discípulos igualmente fizeram retomar a vida. Ele é o Primogênito dos mortos porque venceu a morte e tornou-se o Soberano dos reis da Terra, a Fiel Testemunha. É Aquele que, para satisfação nossa, nos ama e pelo Seu sangue nos libertou dos nossos pecados.

Todavia, alguém pode questionar: — Seu sangue?! Mas já secou há muito tempo!…

Seu sangue aqui é a lição imortal que Ele nos legou. Seu exemplo: uma perseverança incomum, uma obstinação incansável no Bem. Foi chicoteado, apedrejado, cuspido, açoitado, coroado de espinhos, crucificado. Deram-Lhe com uma vara na cabeça e, ainda assim, não desertou de Seu Pai e nosso Pai.

Notaram de onde vem a nossa fortaleza?

Ora, quem está com o Divino Mestre nada pode temer, mesmo nos piores momentos da existência. Ele nos fortalece em Sua Boa Nova, consoante João, 14:18, e Mateus, 28:20, dizendo: “— Eu não vos deixarei órfãos e estarei convosco, todos os dias, até ao fim do mundo”.

Para esses seguidores fiéis, o oportuno ensinamento do Apóstolo Pedro (I Epístola, 2:15) sobre a origem da verdadeira força e do genuíno poder: “— (…) essa é a vontade do Pai Celestial — que, praticando o Bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos”.

Desta forma comportou-se Jesus perante os opositores: com Seu modo firme de agir, dando incessante testificação do Sublime Poder, não deixava de fazer o Bem, ao mesmo tempo em que o pregava pelos caminhos.

Eis, portanto, Quem é e por que é “— a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da Terra, que nos ama e pelo Seu sangue (os exemplos) nos libertou dos nossos pecados” (Apocalipse, 1:5), mostrando-nos como vencer neste mundo de contrariedades. Perseverar Nele e no Pai além do fim, levando o benefício celeste a todas as criaturas, é a chave de nossa sobrevivência. É com esse saber que, antes de tudo, poderá ser concretizado o definitivo aperfeiçoamento da sociedade. Como há muito lhes tenho falado, a reforma do social vem pelo Espiritual. E assim encerrei um dos capítulos de “Jesus, o Profeta Divino”.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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A Humanidade do Absinto

Paiva NettoQuando intensas multidões de espíritos, exilados de um dos orbes que giram em torno da Estrela Capela, chegaram ao Planeta Terra, numa época que se perde na poeira dos milênios, encontraram o Homem nos primeiros estágios da evolução. Aqueles espíritos vindos da Constelação do Cocheiro são catalogados na tradição religiosa terrena como os degredados filhos de Eva, expulsos do Paraíso. Eles realmente foram expulsos de um paraíso que perderam, por sua fixação na maldade.

Nos dias de hoje, no Planeta Terra, que está à beira de ser elevado à categoria de MUNDO DE REGENERAÇÃO, fenômeno semelhante ao que se deu no sistema de Capela está para se repetir: bilhões e bilhões de espíritos compulsoriamente daqui partirão para o Planeta Absinto, e lá encontrarão uma humanidade iniciante, tal qual aquela que habitava a Terra quando aqui chegaram os capelinos.

Como eram então os terráqueos daquela tão distante época?

O saudoso Edgard Armond, no seu conhecido livro “Os Exilados da Capela”, transcreve mensagem do Espírito João, o Evangelista, publicada em “Roma e o Evangelho”, de Pellicer:

- “Adão ainda não tinha vindo.

Porque eu via um homem, dois homens, muitos homens, e no meio deles não encontrava Adão e nenhum deles conhecia Adão.

Eram os homens primitivos, esses que meu espírito, absorto, contemplava.

Era o primeiro dia da humanidade; porém, que humanidade meu Deus!…

Era também o primeiro dia do sentimento, da vontade e da luz; mas de um sentimento que apenas se diferençava da sensação, de uma vontade que apenas desvanecia as sombras do instinto.

Primeiro que tudo o homem procurou o que comer; após, procurou uma companheira, juntou-se com ela e tiveram filhos.

Meu espírito não via o homem do Paraíso; via muito menos que o homem, cousa pouco mais que um animal superior.

Seus olhos não refletiam a luz da inteligência; sua fronte desaparecia sob o cabelo áspero e rijo da cabeça; sua boca, desmesuradamente aberta, prolongava-se para diante; suas mãos se pareciam com os pés e frequentemente tinham o emprego destes; uma pele pilosa e rija cobria as suas carnes duras e secas, que não dissimulavam a fealdade do esqueleto.

Oh! Se tivesseis visto, como eu, o homem do primeiro dia, com seus braços magros e esquálidos caídos ao longo do corpo e com suas grandes mãos pendidas até os joelhos, vosso espírito teria fechado os olhos para não ver e procuraria o sono para esquecer.

Seu comer era como devorar; bebia abaixando a cabeça e submergindo os grossos lábios nas águas; seu andar era pesado e vacilante como se a vontade não interviesse; seus olhos vagavam sem expressão pelos objetos, como se a visão não se refletisse em sua alma; e seu amor e seu ódio, que nasciam de suas necessidades satisfeitas ou contrariadas, eram passageiros como as impressões que se estampavam em seu espírito e grosseiros como as necessidades em que tinham sua origem.

O homem primitivo falava, porém não como o homem; alguns sons guturais, acompanhados de gestos, os precisos para responder às suas necessidades mais urgentes.

Fugia da sociedade e buscava a solidão; ocultava-se da luz e procurava indolentemente nas trevas a satisfação de suas exigências naturais.

Era escravo do mais grosseiro egoísmo; não procurava alimento senão para si; chamava a companheira em épocas determinadas, quando eram mais imperiosos os desejos da carne e, satisfeito o apetite, retraía-se de novo à solidão sem mais cuidar da prole.

O homem primitivo nunca ria; nunca seus olhos derramavam lágrimas; o seu prazer era um grito e a sua dor era um gemido.

O pensar fatigava-o; fugia do pensamento como da luz.”

E mais para diante acrescenta:

- “E nesses homens brutos do primeiro dia o predomínio orgânico gerou a força muscular; e a vontade subjugada pela carne gerou o abuso da força; dos estímulos da carne nasceu o amor; do abuso da força nasceu o ódio, e a luz, agindo sobre o amor e sobre o tempo, gerou as sociedades primitivas.

A família existe pela carne; a sociedade existe pela força.

Moravam as famílias à vista de todos, protegiam-se, criavam rebanhos, levantavam tendas sobre troncos e depois caminhavam sobre a terra.

O homem mais forte é o senhor da tribo; a tribo mais poderosa é o lobo das outras.

As tribos errantes, como o furacão, marcham para diante e, como gafanhotos, assaltam a terra onde pousam seus enxames”.

Assim, como bem deixa ver o Evangelista, no final de sua comunicação, com o correr dos tempos as famílias foram se unindo, formando tribos, amalgamando-se, cruzando tipos, elegendo chefes e elaborando as primeiras regras de vida em comum, que visavam preferentemente as necessidades materiais da subsistência e da procriação.”

Eis aí o que está reservado aos que, por suas más obras, se colocarem à esquerda do Cristo, quando, no GRANDE JULGAMENTO, anunciado nos Evangelhos, “vier o Filho de Deus na sua majestade e todos os Anjos com Ele, e, então, se assentará no Trono de Sua Glória; e todas as nações serão reunidas em Sua presença, e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas, e porá as ovelhas à Sua direita, mas os cabritos à Sua esquerda (…) e irão os pecadores (que não têm boas obras em benefício dos seus semelhantes: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória) para o castigo eterno (eterno enquanto durar o erro, o estado de pecado; enquanto o pecador não se redimir dos seus débitos através das reencarnações sucessivas); porém, os justos irão para a vida eterna”.

Amemo-nos, como JESUS nos amou, para merecermos a Sua proteção misericordiosa, neste trágico final de ciclo.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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Paiva Netto completa 74 anos

Neste 02 de março de 2015, o digníssimo Presidente Mundial da Legião da Boa Vontade (LBV), José de Paiva Netto, completa mais um ano de vida. São 74! Registramos aqui os parabéns do Momento Espiritual com votos de Saúde e Paz, com Jesus. Mais décadas o aguardam!

Momento Espiritual

LBV, Paiva Netto

Altruísmo – uma revolução

Paiva NettoAo falarmos em Amor fraterno e universal, absolutamente não nos queremos situar no reino das nuvens. Temos, contudo, certeza de que o sentimento bom, de generosidade, é fator primordial para uma civilização em que o Espírito eterno do ser humano seja o fulcro. Sobre este firma-se a revolução que ainda urge ser concluída, aquela que se realiza na Alma das criaturas e por intermédio delas se perpetua. E aí entra a educação eficiente.

Lição do saudoso sociólogo Herbert de Souza (1935-1997), o Betinho, que devemos

Betinho – Foto: Divulgação

recordar: “A partir da ética é possível formular os cinco princípios concretos da democracia: igualdade, liberdade, diversidade, participação e solidariedade — existindo simultaneamente”.

Bem merecido e exato foi o prêmio cultural que recebeu no fim de 1996, do ParlaMundi da LBV, em Brasília/DF: a “Ordem do Mérito da Fraternidade Ecumênica”, na categoria “Solidariedade”. Como escrevi no artigo “Um cidadão chamado Solidariedade”: A luta contra a fome, da qual Betinho se tornou poderoso aríete, naturalmente reclama constantes investidas. (…)

De meu ensaio literário “Sociologia do Universo”, consoante nossa crença no valor do altruísmo, ressalto que não é por acreditarmos nele, até na área dos negócios, que devamos ser considerados tolos. Temos consciência plena dos estorvos, até mesmo nos campos econômico e social, a exemplo da tragédia da corrupção, que qualquer comunidade ou país precisa corajosamente enfrentar e ultrapassar. Ao propor, há décadas, a Economia da Solidariedade Espiritual e Humana, como Estratégia de Sobrevivência, tomamos parte na rigorosa torcida que deseja ver os muitos senões que prejudicam trabalhadores, empresas, sociedade e crenças em definitivo corrigidos por aqueles capazes de fazê-lo.

Quando mais o ameaça a violência, o desenvolvimento de um povo não pode prescindir do espírito humanitário, aliado ao de íntegra justiça. Os persas, que seguiam a doutrina de Zaratustra (628-551 a.C.), ensinavam: “— Aquele que é indiferente ao bem-estar dos outros não merece ser chamado homem”.

José Ortega Y Gasset – Foto: Reprodução LBV

Um dos mais expressivos filósofos espanhóis, José Ortega y Gasset (1883-1955), vem ao encontro desse antigo preceito, ao afirmar: “— Estado e projeto de vida, programa de ação ou conduta humanos são termos inseparáveis. As diferentes classes de Estado nascem das maneiras segundo as quais o grupo empreendedor estabeleça a colaboração com os outros”.

Deng Xiaoping (1904-1997), que iniciou no século 20 uma série de profundas reformas na China, destacou uma lição do que não se deve fazer para alcançar a concórdia: “— Há pessoas que criticam os outros para ganhar fama, pisando os ombros alheios para ascender a posições-chave”.

Por tudo isso, o que sugerimos, alicerçados em Jesus, vai além do que inspirou a economia solidária estudada pelo ilustre sociólogo Émile Durkheim (1858-1917). A Economia da Solidariedade Espiritual e Humana, que preconizamos, é holística, porquanto nos convida a vislumbrar a nossa verdadeira origem, a espiritual. Somente assim haverá a humanização e a espiritualização do Estado e da própria criatura, ou seja, sob o banho lustral da Caridade Ecumênica, que não faz distinção de pessoas, pois considera que — acima de cor, crença, descrença, visão política, orientação sexual, idade — estamos diante de seres terrenos, que suplicam por socorro e compreensão (…).

Nelson Mandela

Bem a propósito, declarou o heroico Nelson Mandela (1918-2013): “— A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.

Portanto, coloquemos sempre um pouco de misericórdia, somada ao justo bom senso, no nosso olhar, nas atitudes para com o próximo, conhecido ou não; na interação com o vizinho, seja ele indivíduo ou país. A verdadeira Paz pode vir também desse entendimento.

E, para encerrar, esta eloquente reflexão de Confúcio (551-479 a.C.): “— Paga-se a bondade

Confúcio

com a bondade, e o mal com a justiça”.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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O que fizemos da água?

José de Paiva Netto

Volto a falar-lhes do gravíssimo problema da falta d’água, que persiste em invocar nossa meticulosa atenção, seguida de atitudes acertadas.

Na série de palestras que proferi no início dos anos 1990, a respeito do Apocalipse de Jesus, a fim de torná-lo mais acessível aos simples de coração, trouxe, por exemplo, ao debate a questão da possível guerra pela água em várias regiões do planeta, já àquela altura noticiada pela imprensa.

Com tristeza e preocupação, vivenciamos nos dias atuais, até mesmo em metrópoles brasileiras, o trágico fantasma da carência de água.

Além dos fatores climáticos, que, desde a Revolução Industrial, mais fortemente influenciamos de forma condenável, o que temos feito com esse precioso líquido, fator básico da vida?

É fácil observar no mundo o ato criminoso do desperdício. Às crianças, aos jovens e aos adultos, insisto neste ensinamento: a migalha de hoje é a farta refeição de amanhã. E, por extensão, a gota d’água de hoje é o abundante manancial do amanhã. E, nestes tempos, de agora mesmo. Ajudemos a evitar o pior.

Em “Apocalipse sem medo” (2000), ressaltei que, apesar dos esforços ecológicos de muita

Profeta Isaías – Foto: Reprodução LBV

gente boa, o ser humano ainda vive a poluir tudo, como na advertência do Profeta Isaías, 24:5: “Na verdade, a Terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a Aliança Eterna”.

A água tornou-se pouca em diversos pontos do orbe, mas continua sendo maltratada. E o líquido potável corresponde a menos de 3% do que existe no planeta. O restante é principalmente água salgada, em torno de 97%. Como é que as coisas ficam? (…) Preservá-la não se resume a medidas de governos. Exige decisivos cuidados que precisamos nós, cidadãos, ter também com ela. É necessário que deixemos de ser meros observadores e passemos a atuar como ativos participantes. Afinal de contas, está em jogo a nossa própria existência. Exato: nossa própria vida! E a correção disso demanda Justiça e Boa Vontade, vistos como antídoto contra a ganância, que, de tão cega, não percebe estar cavando a sepultura inclusive para si mesma.

AQUECIMENTO GLOBAL

No dia 16/1, a Agência Brasil divulgou que 2014 foi o ano mais quente desde o início dos registros de temperatura, em 1880. A informação é da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos. O órgão norte-americano acrescenta que “o aumento da temperatura se espalhou por todo o mundo. As regiões onde foram registrados recordes de calor estão no extremo Leste da Rússia, a Oeste do Alasca, no interior da América do Sul, na maior parte do continente europeu, no Norte da África e também nas regiões costeiras do Leste e do Oeste da Austrália”.

A cada pesquisa nova apresentada, a Ciência se convence de que a atuação humana tem apressado o aquecimento global. E as consequências estão aí, à vista de todos. A complexidade dos desafios se intensifica, incluída a que afeta diretamente a economia das nações.

Paulo Apóstolo – Foto: Reprodução LBV

O Apóstolo Paulo, há dois milênios, em sua Epístola aos Gálatas, 6:7, deu uma lição que poderia repetir hoje literalmente: “Ninguém se iluda, porque Deus não se deixa escarnecer. Aquilo que o homem semear, terá de colher”.

Ouçamos o alertamento bíblico. O Pai Celestial certamente aguarda de nós bom senso e muito trabalho em prol do bem-estar da Humanidade. Peçamos a Ele proteção para as providências terrenas; chuva para os lugares secos; um clima mais equilibrado para a saúde das pessoas. E não desprezemos o poder da oração e da vigilância coletivas.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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Desarmar os corações


Paiva NettoA mídia está repleta das tristezas que se deram a partir de 7 de janeiro corrente, na França. Milhões e milhões de almas se comovem, nos lares e nas ruas! Muitas são as tentativas de caminhos novos que aplaquem todas essas dores.

Relendo o meu livro “Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade”, lançado em 8 de novembro de 2014, achei alguns modestos apontamentos, os quais gostaria de apresentar a vocês, que me honram com a leitura.

Por infelicidade, os povos ainda não regularam suas lentes para enxergar que a verdadeira harmonia começa no íntimo esclarecido de cada criatura, pelo conhecimento espiritual, pela generosidade e pela justiça. Consoante costumo afirmar, e outras vezes comentarei, eles geram fartura. A tranquilidade que o Pai Celeste — visto, de lado a lado, sem extremismos e reconhecido como inspirador da Fraternidade Ecumênica — tem a oferecer, em nada se assemelha às frustradas tratativas e ineficazes acordos registrados no mundo. O engenheiro e abolicionista brasileiro André Rebouças (1838-1898) traduziu em metáfora a inércia das perspectivas exclusivamente humanas: 


— “(…) A paz armada está para a guerra como as moléstias crônicas para as moléstias

André Rebouças. Foto: Arquivo LBV

agudas; como uma febre renitente para um tifo. Todas essas moléstias aniquilam e matam as nações; é só uma questão de tempo”. 

Vivenciar a Paz desarmada, a partir da fraternal instrução de todas as nações, é medida inadiável para a sobrevivência dos povos. Mas, para isso, é preciso, primeiro, desarmar os corações, conservando o bom senso, conforme destaquei aos jovens de todas as idades que me ouviam em Jundiaí/SP, Brasil, em setembro de 1983 (…). 

No dia em que o indivíduo, reeducado sabiamente, não tiver mais ódio bastante para disparar artefatos mortíferos, mentais e físicos, estes perderão todo o seu terrível significado, toda a sua má razão de ser. E não mais serão produzidos.

É necessário cessar os rancores que insistem em escurecer os corações humanos: desarmar, com uma força maior que o ódio, a ira que dispara as armas. E essa energia poderosa é o Amor — não o ainda incipiente amor dos homens —, mas o Amor de Deus, de que todos nós nos precisamos alimentar. Temos, nas nossas mãos, a mais potente ferramenta do mundo. Essa, sim, é que vai arruinar com todos os tipos de guerras, que, de início, nascem na Alma, quando enferma, do ser vivente. Os povos discutem o problema da violência no rádio, na televisão, na imprensa ou na internet e ficam cada vez mais perplexos por não descobrir a solução para erradicá-la, apesar de tantas e brilhantes teses. Em geral, procuram-na longe e por caminhos intrincados. Ela, porém, não se encontra distante; está pertinho, dentro de nós: Deus!

— “(…) o Reino de Deus está dentro de vós”. Jesus (Lucas, 17:21).

E devemos sempre repetir que o Pai Celestial é Amor! Não o amor banalizado, mas a Força que move os Universos. Lamentavelmente, a maioria esmagadora dos chamados poderosos da Terra ainda não acredita bem nesse fato e tenta em vão desqualificá-lo. Entretanto, “o próximo e último Armagedom mudará a mentalidade das nações e dos seus governantes”, afiançava Alziro Zarur (1914-1979). 

Sobrepujar os obstáculos
Zarur dizia, “na verdade, quem ama a Deus ama ao próximo, seja qual for sua religião, ou irreligião”.

Recordo uma meditação minha que coloquei no livro “Reflexões da Alma” (2003): O coração torna-se mais propenso a ouvir quando o Amor é o fundamento do diálogo.

E um bom diálogo é básico para o exercício da democracia, que é o regime da responsabilidade. 

Ao encerrar este pequeno artigo, recorro a um argumento que apresentei, durante palestras sobre o Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração, apropriado igualmente aos que porventura pensem que a construção responsável da Paz seja uma impossibilidade: (…) Isso é utopia? Ué?! Tudo o que hoje é visto como progresso foi considerado delirante num passado nem tão remoto assim. (…)

Muito mais se investisse em educação, instrução, cultura e alimentação, iluminadas pela Espiritualidade Superior, melhor saúde teriam os povos, portanto, maior qualificação espiritual, moral, mental e física, para a vida e o trabalho, e menores seriam os gastos com segurança. “Ah! é esforço para muito tempo?!”. Então, comecemos ontem! Senão, as conquistas civilizatórias no mundo, que ameaçam ruir, poderão dar passagem ao contágio da desilusão que atingirá toda a Terra.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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Poema do Brasileirinho

Tratado de Unificação do Povo Brasileiro

I

Amo o meu Povo de alma verdadeira!

Só por ser brasileiro eu sou feliz!

Que de encantos o espírito nos diz

Desta lânguida gente brasileira!…

Com essa calma antiga, que bendiz,

Ou quando pelas ruas se aligeira,

Apraz-me vê-lo assim, na prazenteira

E espontânea expansão do meu país…

Pois é na liberdade que se expande,

Sem ambições, tão rico mas tão pobre,

Na pacífica marcha de um só tom…

Amo o meu Povo porque é um povo grande,

Amo o meu Povo porque é um povo nobre,

Amo o meu Povo porque é um povo bom…

Quando fores, Brasil, afrontado

Pela guerra feroz da conquista,

Não serás o gigante deitado,

A embalar teu ideal pacifista.

Cada um dos teus filhos, de pé,

Com o ardor dos heróis lutará:

Na epopéia da honra e da fé,

Brasileiro covarde não há.

II

Brasil, que és meu por predestinação!

Minha alegria é ver-te progredir,

Instruído e educado, num porvir

Alicerçado na mais santa união!

Tua força latente há de eclodir

À fúria do implacável furacão

De milhões de almas fortes que farão

Com que às outras nações vás dirigir!

Nessa época, de fato luzidia,

Liberto da ignorância que asfixia,

Hás de elevar-te em glória ao mundo inteiro!

E quando ouvir a voz separatista

– Amigo, és carioca ou és paulista? –

Um filho teu dirá: – Sou brasileiro!

Quando fores, Brasil, afrontado

Pela guerra feroz da conquista,

Não serás o gigante deitado,

A embalar teu ideal pacifista.

Cada um dos teus filhos, de pé,

Com o ardor dos heróis lutará:

Na epopéia da honra e da fé,

Brasileiro covarde não há.

III

Bendita seja esta Verdade santa

Que me enraizou o ideal intemerato!

Que glorificará todo o meu ato,

Ao derrocar tanta injustiça, tanta!

Bendito o ideal que à glória me levanta

E me apresenta, forte e intimorato,

Na suprema renúncia em que me bato,

No ardor extremo de quem luta e canta!

Com este ideal, Brasil, vou transformar-te:

Hei de fazer de ti uma obra de arte –

Grande, perfeito, indissolúvel todo…

Ó Pátria, eu sou, com as minhas convicções,

O guerreiro que rasga, com denodo,

O Terceiro Milênio das nações!

Quando fores, Brasil, afrontado

Pela guerra feroz da conquista,

Não serás o gigante deitado,

A embalar teu ideal pacifista.

Cada um dos teus filhos, de pé,

Com o ardor dos heróis lutará:

Na epopéia da honra e da fé,

Brasileiro covarde não há.

Poema de autoria do jornalista, radialista, escritor, poeta, educador e filósofo brasileiro, Alziro Zarur, destacado ativista social brasileiro e nobre Fundador da Legião da Boa Vontade (LBV), que o escreveu quando tinha apenas 17 anos de idade.

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Apocalipse de Jesus

Apocalipse de Jesus, capítulo 21, versículos 4 e 5: “4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima; não haverá mais morte, não haverá mais luto, não haverá mais pranto, nem gritos, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. “5 Então, Aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.”

Apocalipse, Jesus ,

O verdadeiro analfabeto

Alziro Zarur“O verdadeiro analfabeto é aquele que ignora as Leis Espirituais, isto é, as Leis Divinas, Eternas, Perfeitas, Imutáveis.”

Alziro Zarur (1914-1979) – jornalista, radialista, escritor, poeta, educador e filósofo.

Alziro Zarur, Sabedoria ,

Inimigos

“Amai, pois, os vossos inimigos.” – Jesus (Lucas, 6:35)

EmmanuelA afirmativa do Mestre Divino merece meditação em toda parte. Naturalmente que a recomendação, quanto ao amor aos inimigos, pede análise especial.

A multidão, em geral, não traduz o verbo amar senão pelas atividades cariciosas. Para que um homem demonstre capacidade afetiva, ante os olhos vulgares, precisará movimentar imenso cabedal de palavras e atitudes ternas, quando sabemos que o amor pode resplandecer no coração das criaturas sem qualquer exteriorização superficial. Porque o Pai nos confira experiências laboriosas e rudes, na Terra ou noutros mundos, não lhe podemos atribuir qualquer negação de amor.

No terreno a que se reporta o Amigo Divino, é justo nos detenhamos em legítimas ponderações.

Onde há luta há antagonismo, revelando a existência de circunstâncias com as quais não seria lícito concordar em se tratando do bem comum. Quando o senhor nos aconselhou amar os inimigos, não exigiu aplausos ao que rouba ou destrói, deliberadamente, nem mandou multiplicarmos as asas da perversidade ou da má-fé.

Recomendou, realmente, auxiliarmos os mais cruéis; no entanto, não com aprovação indébita e sim com a disposição sincera e fraternal de ajudá-los a se reerguerem para a senda divina, através da paciência, do recurso reconstrutivo ou do trabalho restaurador.

O Mestre, acima de tudo, preocupou-se em preservar-nos contra o veneno do ódio, evitando-nos a queda em disputas inferiores, inúteis ou desastrosas.

Ama, pois, os que se mostram contrários ao teu coração, amparando-os fraternalmente com todas as possibilidades de socorro ao teu alcance, convicto de que semelhante medida te livrará do calamitoso duelo do mal contra o mal.

Emmanuel/Chico Xavier

Amor, Evangelho, Jesus , ,

Natal Permanente de Jesus

Paiva NettoO exemplo de Jesus simboliza, há mais de dois mil anos, a possível convivência pacífica entre os povos permanentemente.

Um dos mais nobres propósitos de todos os cristãos de Boa Vontade é perseverar, com fé realizante, no anúncio da Volta Triunfal do Cristo Ecumênico, ou seja, universal, o Divino Estadista, ao nosso convívio no planeta. Considero sempre oportuno tratar com vocês a respeito desse tema.

A abrangência da Boa Nova, que o Benemérito e Altruísta Filho de Maria e José nos apresentou, demonstra que Sua presença entre os seres da Terra jamais deve sugerir receio aos irmãos em humanidade que não professem o Cristianismo. 

Jesus não gera incômodo ao bom senso humano. Sublime Benfeitor, Ele vem para somar no pleno progresso sustentável, espiritual, material, ético e social que trabalhamos por atingir. 

O CRISTO SOBRE AS NUVENS

Para dar minha modesta contribuição ao assunto, lancei, há alguns anos, “Apocalipse sem Medo”, no qual reuni algumas das palestras que venho fazendo pelo rádio, pela TV (e pela internet) desde a década de 1960.

Mas vejamos este ponto: que significa também Jesus vir sobre as nuvens? 

No Apocalipse, 1:7 e 8, lemos:

“7 Eis que Jesus vem com as nuvens, e todos os olhos O contemplarão, até mesmo os daqueles que O traspassaram. E todas as nações da Terra se lamentarão sobre Ele. Sim. Amém.

“8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o A e o Z, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, Aquele que é, que

Jesus, o Cristo Ecumênico. Foto: Reprodução LBV

era e que há de vir, o Todo-Poderoso Deus”.

Quem profere essa previsão confortadora sobre a Volta Triunfal de Jesus é o próprio Deus (versículo 8). 

Não temamos, pois, o Livro das Revelações, que anuncia que Ele vem sobre as nuvens, isto é, no Alto, para sublimar nosso conhecimento na Religião, na Ciência, na Filosofia, na Política, na Economia, na Arte, nos Esportes etc., por força do que Ele conhece muito bem: o Amor Fraternal e a Justiça Divina.

Dia virá em que testemunharemos toda a sabedoria terrestre receber a Sua incomparável Claridade. É necessário que os jovens concebam isso e passem a analisar os fatos humanos, pessoais e internacionais, sob a luminosidade dos ensinos Dele; livres, porém, de qualquer fanatismo. Jesus não é algema, mas liberdade sem libertinagem ou drogas e outros desatinos que nada mais significam do que a implacável destruição do indivíduo.

APOCALIPSE SUPERIOR A NOSTRADAMUS

A expressão marcadamente cifrada do Livro das Profecias Finais serve para provocar nossa curiosidade. Se tudo estivesse destrinchado, vocês o leriam de uma só vez e ainda exclamariam: “Bah!”. 

Bom exemplo para essa argumentação é o de Nostradamus (1503-1566). Todos falam nele… Mas poucos alcançam uma definição palatável do que previu. É porque o vidente de Salon escreveu de tal maneira labiríntica que há mil e uma interpretações para o que pretendeu transmitir. (…) Eles vivem, então, mesmo sem o demonstrar, atentos ao que o áugure francês disse, justamente pelo apetite de decifrar seus escritos e conceituar tais vaticínios. Isso faz parte do espírito das gentes.

Ora, o Apocalipse, por ser de Jesus, é superior às previsões do autor das Centúrias. Notamos isso claramente quando, tendo “olhos de ver e ouvidos de ouvir”, procuramos interpretá-lo em Espírito e Verdade, à luz do Mandamento Novo do Cristo (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35): “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros”. Isto é, jamais sob a visão do ódio que procura esmagar as criaturas.

Salve o Natal Permanente de Jesus!

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

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